Processador Para Lga 1155 - Processador Intel Core i5-3a GERAÇÃO Cache LGA 1155 - Gama Informática
Processador Intel Core i5-3a GERAÇÃO Cache LGA 1155 - Gama Informática

O que precisa saber sobre processador para LGA 1155

O socket LGA 1155 foi apresentado pela Intel em 2011 e ainda aparece com frequência em upgrades de segunda mão ou em máquinas que estão funcionando perfeitamente bem para tarefas do dia a dia. Ele aceita processadores das gerações Sandy Bridge e Ivy Bridge, ou seja, Core i3, i5 e i7 da 2ª e 3ª geração, além de alguns modelos Xeon da linha E3-1200. O slot tem 1155 contactos no soquete, não no chip — isso significa que os pinos ficam na placa-mãe e o processador tem pads planos, o que reduz bastante o risco de danos durante a instalação se comparar com o formato antigo de pinos no próprio chip.

Processador para LGA 1155 — compatibilidade e escolha

A lista de compatibilidade é mais restrita do que muitos pensam. Uma placa-mãe H61 só aceita processadores de 65W e 95W sem suporte a overclock, enquanto uma Z61 ou Z75 permite desbloquear o multiplicador nos modelos K. Se você for comprar um processador usado, verifique o modelo da placa-mãe e confirme no site do fabricante se há suporte nativo ou se precisa de atualização de BIOS antes de instalar. Na prática, isso acontece muito: comprei um i7-3770 usado e a placa-mãe ASUS P8H67-M não Bootava porque a BIOS estava numa versão muito antiga. Atualizei pela USB usando um i3-2100 que tinha aqui na gaveta, depois instalei o i7 e tudo funcionou. Os melhores candidatos para uso geral são o i5-3570K, o i7-3770 e o i7-2600. Todos eles oferecem quatro núcleos e oito threads, consumindo entre 65W e 95W TDP. O Xeon E3-1230v2 também é interessante porque entrega performance similar ao i7-3770 por um preço menor no mercado de usados, já que não tem GPU integrada — o que exige uma placa de vídeo dedicada, mas economiza cerca de 30% no custo do processador.

👉 Clique no botão abaixo para saber mais sobre o assunto!

Instalação prática do processador para LGA 1155

A instalação em si é simples, mas tem detalhes que muitas pessoas erram. Abra a alavanca de fixação do soquete, levante a tampa metálica com cuidado, e alinhe o processador seguindo os três pontos de orientação — dois triângulos amarelos nos cantos do chip e do soquete, mais um pino 1 marcado com um ponto. Coloque o chip sem forçar, feche a tampa e engate a alavanca. Aplique pasta térmica em quantidade do tamanho de um grão de arroz no centro do IHS e monte o cooler conforme o manual da placa-mãe. Ligue e entre na BIOS para verificar se o processador está sendo detectado corretamente antes de instalar o sistema operacional. O que pouca gente explica é que existem diferenças subtis entre placas H61, B75, Z77 e Q75 que impactam diretamente o que você consegue fazer. Uma H61 com chipset antigo vai limitar a velocidade da memória DDR3 para 1333MHz independentemente dos módulos que colocar. Uma B75 permite 1600MHz nativamente. Se você tem um i5-3570K e uma placa H61, estábasicamente jogando dinheiro fora ao comprar um processador com multiplicador desbloqueado — ele vai rodar, mas o overclock não vai funcionar. O ideal é casar o processador com o chipset certo desde o início.

Outro problema comum é a alimentação VRM das placas mais baratas. Placas-mãe entry-level com apenas 4 fases de alimentação podem ter dificuldade em estabilizar um i7-3770K sob carga contínua, especialmente se você tentar overclock. Eu vi casos de throttling térmico e instabilidade em benchmarks justamente por causa disso. Se for usar um processador de 95W ou mais, prefira placas com pelo menos 6 fases de alimentação. Isso não é teoria — é algo que eu verifiquei na prática medindo temperaturas com multímetro nos mosfets após rodar o Prime95 por uma hora. Se você está realmente considerando montar ou atualizar um sistema com processador para lga 1155 hoje em dia, a melhor opção continua sendo o i5-3470 ou i5-3570 usados, que oferecem bom desempenho para tarefas de escritório, navegação e jogos leves, e são encontrados por preços muito acessíveis no mercado de usados. Vale a pena testar a placa-mãe antes de comprar o processador, porque problemas de slots DIMM ou capacitores inchados são comuns em máquinas com mais de dez anos de uso.